quarta-feira, 20 de maio de 2009

Continuação do restauro.






Enquanto o rolo do fio fluxado para a máquina de soldar não chega, vou tratando de outras coisas.
Ficam aqui as minhas recentes aquisições e a desmontagem da frente:

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O trabalho de chapa.

Era altura de começar a reparar a chapa e eu não imaginava o que ía encontrar. Os anteriores donos tinham feito reparações que se podem considerar, no minimo, "criminosas". No entanto, não se pode culpar apenas os donos, o chapeiros, se é que podem ter esse nome, é que fazem destes trabalhos. Todos os sitios em que a ferrugem foi aparecendo, foram sendo reparados com o que se parece a Mastik, um silicone qualquer coberto com betume e um bocado de tinta. Lindo serviço. Isso resulta mesmo.... numa porcaria. É claro que tudo foi apodrecendo por trás, enquanto que a pintura estava muito bonita.
De qualquer forma comecei o trabalho de reparação de chapa.

O início dos trabalhos.

Aquando da compra o vendedor avisou-me que o motor tinha os seguementos queimados e precisava de reparação. Mas o preço já incluia outro motor que ele tinha.

O início!

Em 2006 andava eu com um enorme vicio de comprar um 4x4 porque tinha visto as capacidades deste tipo de veículos à custa de uns amigos. Fiquei tão animado com aquilo que não descansei enquanto não comprei um.
Como o dinheiro nunca foi muito, tive de restringir a compra ao que podia comprar.
A minha eleição sempre foi um Toyota Land Cruiser BJ40 ou um UMM Alter I ou II, mas infelizmente quando comecei a procurar percebi rapidamente que seria um sonho encontrar um desses barato (é curioso, porque passados 3 anos ainda é).
Então o meu remédio foi procurar o que havia disponivel por um preço mais acessível. Andei muito tempo sem dúvida, mas acabei por ver alguns negócios. As opções que me foram aparecendo e que estavam à altura da minha carteira eram: Lada Niva, Portaro 240 e Daihatsu F50.
O primeiro não gostei pelo facto de ser a gasolina, o segundo estive para comprar, mas nunca gostei muito do aspecto geral. O Daihatsu F50 foi um carro que me apareceu sem eu contar na berma da estrada, falei com o homem de manhã e quando eram 14:00h eu já estava com ele na mão.
O aspecto do jipe era muito bom, apesar de algumas mazelas na pintura e já alguns pontos visiveis de ferrugem. No entanto, a pintura estava boa no geral e muito brilhante. Não imaginava eu o que estava por trás daquele brilho.