domingo, 28 de junho de 2009






Decidi tapar as aberturas resultantes do corte da parte superior da carroçaria. Mandei fazer chapas em forma de U para reforçar a extremidade da chapa e não deixar que se parta. Ficam as fotos:

Tenho seguido alguns restauros aqui na net e uma das coisas que vejo fazer é a zincagem de peças do motor. Como gostei tanto do resultado, comecei a desmontar o meu e o resultado é simplesmente fenomenal. Um pouco agressivo para retirar a ferrugem a peças muito atacadas. É preciso muito cuidado. Mas de resto, o resultado é demais. Experimentei na bomba de água e nos tubos que ligam com ela. Já mandei fazer em mais.


Estou a desmontar completamente o interior para tirar a carroçaria fora e restaurar os componentes. Já tirei a instalação eléctrica e agora a sofagem:






Ultimamente decidi fazer uma alteração radical ao jipe. Desde que o comprei e me apercebi do seu estado bastante avançado de corrusão tive a ideia de transformá-lo em descapotável já que a parte mais estragada é a capota. No entanto, quando comecei a informar-me apercebi-me que a burocracia era imensa e que não valia a pena. Recentemente, segui o trabalho de um colega que transformou o seu jipe de capota para descapotável e o trabalho de legalização não foi muito. Animado com essa opção decidi avançar com esse trabalho no meu jipe também. Apoiado com muitas imagens da versão original descapotável (F50 JK) tentei transformar o meu LV no mais parecido com o JK. Penso que o resultado até agora não foi mau.
Deixo aqui as imagens do trabalho que fiz até agora e de outras coisas que mandei fazer também.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Continuação do restauro.






Enquanto o rolo do fio fluxado para a máquina de soldar não chega, vou tratando de outras coisas.
Ficam aqui as minhas recentes aquisições e a desmontagem da frente:

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O trabalho de chapa.

Era altura de começar a reparar a chapa e eu não imaginava o que ía encontrar. Os anteriores donos tinham feito reparações que se podem considerar, no minimo, "criminosas". No entanto, não se pode culpar apenas os donos, o chapeiros, se é que podem ter esse nome, é que fazem destes trabalhos. Todos os sitios em que a ferrugem foi aparecendo, foram sendo reparados com o que se parece a Mastik, um silicone qualquer coberto com betume e um bocado de tinta. Lindo serviço. Isso resulta mesmo.... numa porcaria. É claro que tudo foi apodrecendo por trás, enquanto que a pintura estava muito bonita.
De qualquer forma comecei o trabalho de reparação de chapa.

O início dos trabalhos.

Aquando da compra o vendedor avisou-me que o motor tinha os seguementos queimados e precisava de reparação. Mas o preço já incluia outro motor que ele tinha.

O início!

Em 2006 andava eu com um enorme vicio de comprar um 4x4 porque tinha visto as capacidades deste tipo de veículos à custa de uns amigos. Fiquei tão animado com aquilo que não descansei enquanto não comprei um.
Como o dinheiro nunca foi muito, tive de restringir a compra ao que podia comprar.
A minha eleição sempre foi um Toyota Land Cruiser BJ40 ou um UMM Alter I ou II, mas infelizmente quando comecei a procurar percebi rapidamente que seria um sonho encontrar um desses barato (é curioso, porque passados 3 anos ainda é).
Então o meu remédio foi procurar o que havia disponivel por um preço mais acessível. Andei muito tempo sem dúvida, mas acabei por ver alguns negócios. As opções que me foram aparecendo e que estavam à altura da minha carteira eram: Lada Niva, Portaro 240 e Daihatsu F50.
O primeiro não gostei pelo facto de ser a gasolina, o segundo estive para comprar, mas nunca gostei muito do aspecto geral. O Daihatsu F50 foi um carro que me apareceu sem eu contar na berma da estrada, falei com o homem de manhã e quando eram 14:00h eu já estava com ele na mão.
O aspecto do jipe era muito bom, apesar de algumas mazelas na pintura e já alguns pontos visiveis de ferrugem. No entanto, a pintura estava boa no geral e muito brilhante. Não imaginava eu o que estava por trás daquele brilho.